Napoleão Bonaparte foi um líder político e militar bem importante para os franceses, principalmente durante os últimos estágios da Revolução Francesa.
É bem sabido, por inúmeras histórias e anedotas, que ele era um bon vivant de primeira linha, famoso por ser amante de fumo, mulheres e muito, muito, vinho.
Documentos encontrados por historiadores relatam que Bonaparte e sua entourage consumiam por dia cerca de 50 garrafas de vinho (haja vinho, hein?).
Além do Champagne, um vinho tinto recebe destaque na sua preferência: Chambertin.
Chambertin é uma AOC (Appellation d’origine contrôlée) da sub-região Côte de Nuits da Borgonha, tendo o Pinot noir como a principal variedade de uva.
Ele gostava tanto do Grand Cru de Chambertin que costumava transportar alguns barris consigo em suas viagens, como fez nas campanhas da Espanha, Itália, Áustria e até do Egito.
Sobre o vinho, ele tem uma frase: “Nada faz o futuro parecer mais cor de rosa do que contemplá-lo através de uma taça de Chambertin”.
Segundo relatos, Napoleão gostava de tomar o vinho misturado com um pouco de água (era um costume da época). O que deixava a bebida um pouco mais fraca e na cor mais para rosé (fazendo sentido a frase).
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